quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Um plano nacional de alimentação poderia salvar milhares de vidas!


A forma como produzimos e nos alimentamos tem um impacto na qualidade de vida de todos nós, maior do que qualquer outra actividade humana. A produção de alimentos tem consequências na saúde, no ambiente, na segurança social, na economia. 



Contudo, não existe uma política nacional de alimentação que considere a produção e o consumo como um todo. O sistema e os comportamentos alimentares estão a causar prejuízos incalculáveis à saúde da população, aos solos, à água e ao ar.

Se uma potência estrangeira perpetrasse tais actos, seria considerada uma ameaça à segurança nacional, ou até um acto de guerra e o governo formularia um compreensível plano e uniria recursos para combate-la...mas sendo realizado por nós próprios, tudo é admissível e até subsidiado?

Quando é possível prevenir centenas de milhares de mortes e doenças crónicas resultantes de maus hábitos alimentares e modos de produção agrícola destrutivos, esta não deveria ser uma prioridade nacional?

Um plano integrado de alimentação deveria garantir, que todos, sem excepção, tivessem acesso a uma alimentação saudável; as políticas de produção deveriam garantir a saúde pública e a protecção do ambiente; os alimentos seriam livres de microorganismos patogénicos, químicos e medicamentos; a produção e comercialização de alimentos seria realizada de forma transparente; a indústria alimentar asseguraria boas condições de trabalho e ordenados justos às pessoas que emprega; o marketing alimentar asseguraria comportamentos alimentares saudáveis, motivando as crianças a comerem alimentos verdadeiros; seria efectivamente assegurado o bem estar animal; a pegada ecológica da produção alimentar seria reduzida e o sequestro do carbono nas explorações aumentaria e finalmente o sistema alimentar teria de ser resiliente ao ponto de minimizar os efeitos das alterações climáticas;

Devido ao consumo de alimentos pouco saudáveis, retrocedeu-se 100 anos no estado da saúde e qualidade de vida das populações, sendo que actualmente as crianças têm uma esperança de vida menor do que a dos seus pais.

Encontramo-nos nesta situação porque áreas como a segurança alimentar, a produção agrícola, a saúde, a comunicação, a segurança no trabalho, a qualidade do ar e da água, os subsídios à produção condicionam ou são condicionados pelo sistema alimentar, mas são tuteladas por serviços diferentes, com políticas próprias que nada têm a ver com interesse público.

Se por um lado, a saúde recomenda uma alimentação diversificada, a agricultura incentiva a monocultura, se o objectivo é diminuir as taxas de cancro, como pode a politica agrícola continuar a estimular um modo de produção baseado na aplicação de produtos químicos, eles próprios cancerígenos? Se a solução é comer local, porque que é que se continua a dificultar a vida aos pequenos produtores e a incentivar a economia de escala, privilegiando a produtividade em vez da qualidade? Continuar-se-ia a promover o consumo de carnes brancas, em prol da saúde, sabendo a forma como as aves são criadas e alimentadas? É coerente incentivar a ingestão de alimentos saudáveis e continuar a cortar nos ordenados dos trabalhadores?

OrganicA - Associação de Promoção de Agricultura Biológica da Madeira
Baseado em “How a national food policy could save millions of American lives” in Washington Post 7/11/2014
Fonte: Blogue organicamadeira.weebly

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Cidades produzem até 10 bilIões de toneladas de lixo por ano

As zonas urbanas produzem, por ano, entre sete e 10 biliões de toneladas de lixo, segundo um levantamento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) divulgado nesta semana.
Além disso, 3 biliões de habitantes do planeta não têm acesso a locais apropriados para descartar esse material. O Pnuma afirma que a situação já é um problema económico, ambiental e de saúde pública. O estudo foi feito em parceria com a Associação Internacional dos Resíduos Sólidos.
O crescimento da população, a urbanização e o aumento do consumo estão por trás de tanto desperdício. A agência da ONU prevê que até 2030 o volume de resíduos desperdiçados poderá dobrar em cidades da África e da Ásia.
O director-executivo do Pnuma falou sobre a urgência de uma resposta a esse "problema mundial", porque a falta de acção está custando aos países de cinco a 10 vezes mais do que custariam os investimentos adequados no manejo do lixo.
Achim Steiner lembrou que as nações precisam aplicar o princípio dos "3 Rs": "reduzir, reutilizar e reciclar". Uma mudança de atitude pode gerar "reduções drásticas na emissão de gases, criar milhões de empregos e gerar benefícios económicos de biliões de dólares", afirmou o chefe do Pnuma.
Mudança de padrão
O relatório oferece exemplos de soluções, como melhorias nos sistemas de busca e descarte de lixo; acções de prevenção do desperdício; e aumentar a reutilização e a reciclagem de produtos.
O Pnuma também defende uma mudança no padrão de consumo, actualmente baseado no "pegue, faça, use, descarte", para o princípio do "reduza, reutilize, recicle".
Fonte: ONU

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Este lago está tão poluído que às vezes pega fogo

                                  O lago está coberto de uma espuma branca com um cheiro forte. 

As imagens fazem lembrar uma banheira gigante coberta de espuma, mas são de um lago na Índia que está tão poluído que às vezes pega fogo. O lago Bellandur é o maior de Bangalore e a espuma é o resultado da combinação de amónia e fosfatos num ambiente com muito pouco oxigénio.
Os químicos foram despejados para o lago sem qualquer tratamento durante décadas, resultado do crescimento descontrolado da cidade de Bangalore, a terceira maior da Índia. A espuma que se forma pode misturar-se com óleos, gordura e detergentes inflamáveis, o que pode fazer com que pegue fogo, como já aconteceu em várias ocasiões. Quando chove, a água do rio pode subir e inundar as estradas próximas do lago de Bellandur, que tem 36 quilómetros de extensão, e cobrir carros e bicicletas. O cheiro da espuma química também é muito forte e causa dores nos olhos das pessoas que vivem perto.
O problema já dura há anos mas, apesar da preocupação das pessoas, não tem uma solução fácil. "Precisamos de mudar de rumo, mas é como tentar dar a volta ao Titanic", contou ao jornal norte-americano LATimes o ambientalista Nagesh Aras, que se queixou da dificuldade em fazer-se ouvir junto do poder local. "Há um iceberg no nosso caminho, mas o capitão ainda nem o viu. E é essa a tragédia destes fogos. Estamos a tentar explicar que são só a ponta do iceberg".

Fonte: Diário de Noticias 

sábado, 24 de outubro de 2015

Revoltante, criam cães geneticamente modificados. Cientistas Chineses...


É uma decisão que seguro causara muita polémica, para todas as pessoas que amam este animal.

Nuno Markl é um dos grandes defensores destes e doutros animais, acreditamos que será uma grande revolta para ele e para todos os defensores destes belos animais, que nos acompanham para todo o lado, esperemos que o mesmo utilize sua plataforma de visibilidade, para alertar o que nós chamaríamos a criação de aberrações da natureza.



Uma equipa de cientistas da China trabalhão em uma experiência que consiste em modificar geneticamente alguns cães de raça Beagle para poder duplicar sua massa muscular.  

Os responsáveis desta investigação (aberração), comentaram que esperam que com estes cães musculados vejam reforçados suas habilidades naturais (como correr, por exemplo). E que possam assim aproveitar estas habilidades em tarefas policiais, militares e cientificas.

Hércules e Tiangou são os primeiros cães geneticamente modificados do mundo. Hércules por ser o herói Grego e Tiangou por ser o cão celestial da mitologia Chinesa. Nasceram em um laboratório da China. Hércules e Tiangou tem "mais músculos e se espera que tenham uma maior capacidade de correr, o que favorece a caça e algumas tarefas policiais".

De momento, os científicos asseguram que só experimentaram numa raça de cães policia, apesar que o grupo de cientistas já ter anunciado que estão confiantes em poder modificar a genética de outras raças para seguir avançando nos analises e tratamentos de doenças como de Parkinson ou a perda muscular.

Quando se fazem alterações de ADN, ficam em fase embrionária, podem afectar cada célula do corpo do animal, incluindo o esperma, óvulos, células da linha genital e por isso mesmo as novas características dos cães podem passar a outra geração e dessa maneira criar e comercializar cães geneticamente modificados.

Na nossa opinião, isto é um atentado ao direito dos animais e tu que opinas desta modificação da genética dos pobres animais que tudo fazem para nos agradar?

Fonte: Daily Mail





sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Aprenda a montar uma boa horta dentro do apartamento


 Muita gente quer produzir pelo menos parte do próprio alimento em casa.


Será que dá para montar uma horta dentro do apartamento, em um espaço pequeno? Essa foi a dúvida do Pedro Lopez, Raul Soares de Faro e Lisboa. Eles querem plantar folhas e temperos em casa.


Deixamos um video, onde o Kit Plantit, demonstra como ter a sua própria horta em casa. 


Kit Plantit (ou mesa de cultivo) promove o conceito de horta-jardim em apartamentos e foi concebido para facilmente ser utilizado em terraços, varandas, pátios ou qualquer outro local impermeabilizado, uma vez que não precisa de pisos com terra. Está também indicado para quem tem animais de estimação e quer limitar o acesso destes à sua horta.






Podem comprar aqui o vosso Kit Plantit, ou aproveitar e passa na loja Greenstore4u que fica em Braga, (junto a Sé de Braga) podem consultar mapa aqui .




Vão conhecer uma variedade de produtos para cultivar em casa e deliciar-se com vários produtos e conceitos de cultivo para fazer em casa.

Deixamos aqui alguns desses produtos e marcas:

Life in a Bag - Grow Bag

Com este kit pode cultivar durante todo o ano e de forma simples Coentros, Manjericão, Rúcula, Salsa, Hortelã, Tomilho, Oregãos.
Simples e muito fácil para ter na sua cozinha à mão, enquanto prepara os seus cozinhados.




Herb Pack - Kit de Germinação

Nos kits de germinação da Herb Pack vai encontrar tudo o que precisa para iniciar o cultivo das ervas aromáticas e medicinais, com características únicas, que selecionámos para si. 


Para ensinar  a germinação das plantas aos mais novos ou simplesmente pelo prazer de semear as suas plantas em casa, siga estes 3 simples passos:
1 - Abra uma “janela” no invólucro que cobre o substrato.
Depois de nascerem, as plantas podem ser transplantadas para o seu lugar definitivo ou, em alguns casos, colhidas e consumidas alguns dias depois (microgreens). 



2 - Enterre algumas sementes (incluídas).
3 - Mantenha o substrato húmido, sem nunca encharcar!


Todos estes Productos e outros podem ser encontrados na loja em Braga da Greenstore4u ou pode simplesmente comprar através da Internet aqui em www.greenstore4u.com   

Tua vida saudável esta acima de tudo, partilha com os teus amigos.










quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Primeiro carro elétrico português começa a ser produzido em 2016

Escândalo da Volkswagen impulsionou interesse dos fabricantes e dos consumidores por modelos ecológicos

Tem apenas dois lugares e três rodas, gasta um euro ou menos para fazer 100 km e tem autonomia para 400 km graças à elevada eficiência: é o Veeco, o primeiro veículo elétrico português, cuja produção industrial irá iniciar-se no primeiro trimestre de 2016. "Ainda não estamos a aceitar encomendas fixas porque estamos a negociar encomendas com os forne-cedores, mas tenho interessados para todos os carros que podemos produzir no primeiro ano - cerca de 200", revela João Oliveira, o mentor do projeto.

Desenvolvido em consórcio pela empresa familiar do Entroncamento VE - Veículos Elétricos e o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, o primeiro protótipo custou 1,5 milhões de euros, dos quais 900 mil financiados por fundos comunitários e está pronto desde o início de 2012. A produção industrial arranca "no primeiro trimestre de 2016", dividida entre várias empresas portuguesas parceiras do projeto. O preço estimado rondará 23 a 25 mil euros, já com baterias incluídas.

O custo elevado dos veículos elétricos é ainda um dos principais motivos para a fraca adesão à tecnologia em Portugal, apesar dos incentivos fiscais e do subsídio a abate que vigora até ao fim do ano. Até ao início de agosto, de acordo com dados do governo, apenas 58 portugueses beneficiaram do subsídio de 4500 euros para trocar o carro convencional por um elétrico ou híbrido. Até maio, venderam-se apenas 187 carros elétricos e 97 híbridos. "Ao todo, teremos cerca de mil veículos deste género em Portugal", adianta Helena Silva, diretora executiva do CEIIA, o cluster da mobilidade.

A Mercedes, a Nissan, a Renault, a Opel, a Peugeot e a própria VW comercializam modelos exclusivamente elétricos em Portugal que, mesmo com subsídios ou campanhas de retoma, não custam menos de 15 500 euros e obrigam ao pagamento do aluguer mensal das baterias, um valor que fica entre 50euro e 79 euros. A grande vantagem está no custo de utilização: ronda um euro por cada 100 km percorridos ou menos, enquanto o carregamento nos postos públicos portugueses ainda não tem qualquer custo. A EDP tem também a decorrer uma campanha, até ao final do ano, que oferece descontos na conta da luz e do gás e um ano de eletricidade aos clientes que adquiram um veículo elétrico (ou híbrido) a um dos oito parceiros auto-móveis.

O objetivo nacional é ser, a seguir à Índia e à Holanda, o terceiro país com mais quota nos 20 milhões de veículos elétricos e híbridos que deverão circular até 2020, no âmbito do projeto da Agência Internacional de Energia em que Portugal participa. Um valor ambicioso face ao stock atual, mas realista dado o crescimento rápido anual da tecnologia, que vai permitindo a descida dos preços dos veículos, e o impulso que o escândalo das emissões da Volkswagen (e de outras marcas, soube-se depois) vieram dar, afinal, aos chamados veículos "limpos".

"Os fabricantes estão a contornar a questão dando prioridade aos híbridos e elétricos, por isso acredito que vamos atingir o objetivo. Os nossos fabricantes de automóveis estão também a preparar--se para dar resposta a essas exigências ambientais, o que pode contribuir para aumentar as exportações do setor", considera Helena Silva. "Além disso, temos estado sempre na linha da frente em mobilidade elétrica: iniciámos em 2008 a rede de postos de carregamento em 50 cidades, temos 1300 postos em todo o país integrados numa rede inteligente que somos dos poucos a nível mundial a ter, temos empresas como a Efacec, que é pioneira mundial em equipamentos de carregamento rápido, e estamos a finalizar contactos para produzir, a partir de 2018, um veículo elétrico que será utilizado em serviço de partilha de carro", acrescentou a diretora do CEIIA.

Com taxas de crescimento acelerado na UE, os veículos de combustível alternativo são já 144 421, com a maioria concentrada na Noruega (6208). Porém, o Reino Unido é o mercado com maior crescimento neste ano (+64,2%), seguido da França (+33,9%), Itália (+18,1%) e Alemanha (+11,3%)

Fonte: Diário de Noticias

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Força do vento: nunca o mundo investiu tanto em energia eólica

De vento em popa - e cada vez mais rápido

Felizmente a expansão ocorre em dezenas de países. O site CicloVivo destaca que 2014 foi o ano em que o mundo mais investiu em energia eólica. 

2014 foi o ano que o mundo mais investiu em energia eólica

O ano de 2014 foi extremamente importante em termos de desenvolvimento da energia eólica. O aumento da capacidade de produção energética a partir de vento foi de 51.477 megawatts, um crescimento 44% maior do que o identificado no ano anterior.
As informações são do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC). 

De acordo com a organização, a capacidade acumulada ao longo dos últimos 16 anos foi de 369.553 megawatts. A energia eólica, assim como a solar, tem ganhado cada vez mais espaço e investimento entre as matrizes mundiais, como forma de substituir os combustíveis fósseis por fontes renováveis.

Enquanto o crescimento do sector na década de noventa não passava de três mil megawatts ao ano, a partir de 2010 o mundo viu a capacidade aumentar, anualmente, uma média de 40 mil megawatts. Segundo o GWEC, o país que mais investiu no sector até hoje foi a China, seguida dos EUA e Alemanha, que foi o segundo maior investidor em 2014.

Quando se fala em capacidade de energia eólica, Portugal ocupa a sétima posição a nível europeu. De acordo com a organização, são 4.914
 megawatts, considerando apenas as estruturas totalmente concluídas e já conectadas às redes de transmissão.




Clique aqui para ver todos os detalhes do documento oficial da GWEC.


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Costa Rica anuncia que vai fechar todos os zoológicos e libertar os animais

Com uma biodiversidade privilegiada, o país já havia proibido a caça desportiva

País da América Central não se cansa de dar bons exemplos. Além dos cuidados que tem com sua natureza e da referência que se tornou em relação a fontes alternativas de energia, agora se apresenta como pioneiro na extinção de algo que talvez nunca devesse ter existido. Saiba mais sobre o encerramento dos zoológicos determinado pelo governo:

Segundo reportagem do Correio do Brasil, o governo Costa-Riquenho anunciou neste sábado que será o primeiro país do mundo a fechar todos os zoológicos e libertar os animais cativos.

A Costa Rica possui uma das mais ricas biodiversidades do planeta, com 4% de todas as espécies conhecidas no mundo. Apesar da decisão do governo, os contratos com os parques zoológicos têm ainda mais uma década de funcionamento garantido na Justiça. Após este período, segundo autoridades do país, o encerramento das instalações será imediato.




O movimento Treehugger, na sua página na Internet, informa que a nação, que  recentemente proibiu também a caça desportiva, buscará durante a próxima década, em diferentes lugares do mundo, o habitat mais natural possível para os animais que ainda estiverem em cativeiro. A motivação principal para o ato humanitário é "transmitir ao mundo que o país respeita e cuida dos animais selvagens".

O ministro Costa-Riquenho do Meio Ambiente, René Castro afirmou que a Costa Rica está conseguindo "desmontar as jaulas e reforçar a ideia de interacção com a biodiversidade em parques botânicos, de uma maneira natural".

- Não queremos animais em cativeiros e encarcerados de modo algum, a não ser resgatá-los e protegê-los - afirmou Castro.

A iniciativa também dedicará atenção especial a "todos os tipos de animais que estejam em cativeiro e que não tenham condições de sobreviver, sozinhos, em um ambiente natural". Nesses casos, os animais serão atendidos em instalações próprias para resgate e refúgio da vida selvagem.


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Fonte: conexaojornalismo

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Sacos feitos de batata em vez de plástico? Uma ideia portuguesa


A Universidade de Aveiro está a desenvolver embalagens alimentares a partir da batata. O objectivo é encontrar uma alternativa barata e favorável do ponto de vista ambiental ao tradicional saco plástico.

O projecto, que visa utilizar os diversos constituintes da batata, está a ser desenvolvido há cerca de um ano e é da responsabilidade da investigadora Idalina Gonçalves, revela a Rádio Renascença.

“Este projecto surgiu da ideia de auxiliar o escoamento da batata e também de valorizar os subprodutos da indústria de processamento da batata. Tendo sempre em conta o impacto ambiental e a redução dos custos associados à indústria, através da utilização dos constituintes da batata desenvolveu-se então em laboratório uma formação que corresponde à película à base de constituintes da batata”, disse à Renascença.

Idalina Gonçalves garante que os custos de produção deste substituto do saco plástico são reduzidos.

“O objectivo é ter uma matéria-prima de baixo custo. Daí recorrermos aos subprodutos duma linha de produção da indústria de batata para que possa ter um custo reduzido de produção destes materiais e para que seja uma vantagem em termos de competição aos materiais sintéticos, os plásticos”.

O projecto está ser desenvolvido em parceria com a indústria de processamento da batata. 

Fonte: Rádio Renascença. 

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domingo, 18 de outubro de 2015

Este copo menstrual é gerido por uma aplicação, ajudando assim o meio ambiente



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O Looncup é “o primeiro copo menstrual inteligente do mundo” e é controlado através do “smartphone”. Projecto de uma equipa de designers de São Francisco tem uma campanha de "crowdfunding" no Kickstarter

“Não é segredo: a menstruação não é divertida.” Assim começa o texto de apresentação do Looncup, o “primeiro copo menstrual inteligente do mundo”. Aparentemente semelhante a outros copos menstruais vendidos no mercado — e que em Portugal já há muito se encontram à venda em farmácias —, tem uma diferença: pode ser emparelhado com um “gadget” e uma aplicação monitoriza a menstruação.

A ideia é de uma equipa de designers de São Francisco, nos Estados Unidos, que quer “fazer a diferença na vida das mulheres”. “Queremos mudar a forma como as mulheres pensam sobre o período”, dizem as três mulheres e os cinco homens que decidiram desenvolver este produto. O conhecimento sobre o próprio corpo assume aqui um papel importante.

Looncup monitoriza, em tempo real, o volume do fluxo menstrual (e avisa quando está na hora de ser despejado e limpo), as variações de cor do fluxo e o próprio ciclo menstrual. “É como um diário pessoal que tira notas automaticamente”, lê-se na descrição do produto. À medida que o copo vai ficando cheio, a aplicação notifica a utilizadora e pode, assim, prevenir o aparecimento de manchas.

De acordo com a Loon Lab Inc. — a empresa responsável pelo desenvolvimento do produto —, este copo menstrual é hipoalergénico, reutilizável (como a maioria dos copos) e pode ser usado consecutivamente até 12 horas. Uma antena Bluetooth permite o emparelhamento com a aplicação para “smartphone” (iOS e Android) e AppleWatch e, por ficar fora do corpo, não tem efeitos adversos para a saúde. A bateria tem o tamanho de uma lente de contacto, com uma autonomia de mais de seis meses. Feito de silicone, um sensor testado e seguro é o que “presta atenção ao teu corpo”.

Na plataforma Kickstarter, o Looncup está à procura de financiamento colectivo. Até 30 de Outubro, a empresa pretende angariar 50 mil dólares (cerca de 45 mil euros), valor que está cada vez mais próximo. A partir de 35 dólares (31 euros) pode adquirir-se um Looncup, cuja previsão de expedição é Janeiro de 2016.

Os copos menstruais são uma das alternativas sustentáveis aos tradicionais pensos higiénicos ou tampões descartáveis e foram recentemente tema de conversa durante a campanha eleitoral. Antes das eleições legislativas de 4 de Outubro, o PAN — que elegeu o seu primeiro deputado à Assembleia da República — propôs a substituição do uso de pensos higiénicos e tampões por um recipiente reutilizável, como é o caso do copo menstrual, em nome da defesa do ambiente. De acordo com o livro “Flow: The Cultural Story of Menstruation”, citado pelo site norte-americano Mashable, uma mulher descarta entre 113 e 136 quilogramas de pensos, tampões e aplicadores durante a vida.

Fonte: publico.pt

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Green Noticias : Autocarro eléctrico - Salvador Caetano entrega pri...

Green Noticias : Autocarro eléctrico - Salvador Caetano entrega pri...: A Salvador Caetano Indústria entregou, dia 16 deste mes, as primeiras unidades do e.Cobus, o primeiro autocarro de aeroporto 100% eléctric...

Autocarro eléctrico - Salvador Caetano entrega primeiro e.Cobus

A Salvador Caetano Indústria entregou, dia 16 deste mes, as primeiras unidades do e.Cobus, o primeiro autocarro de aeroporto 100% eléctrico do mundo, ao aeroporto de Estugarda, numa cerimónia que contou com a presença de vários representantes do Governo alemão e do parlamento Europeu. 

De acordo com a empresa portuguesa “com esta aposta, a Salvador Caetano reforça a liderança nos aeroportos com veículos eléctricos, tendo já investido cerca de 3 milhões de euros na concessão e desenvolvimento em soluções de mobilidade sustentável”.

Até ao final do ano, está prevista a entrega de mais quatro unidades deste modelo ao Aeroporto de Genebra, na Suíça. A empresa está igualmente em negociações com outros aeroportos para novas entregas em 2016. 

Lançado em 2013 pela CaetanoBus, em estreita parceria com a SIEMENS Portugal, o e.COBUS é o primeiro autocarro exclusivo de aeroporto 100% eléctrico de todo o mundo. 

O valor do investimento no seu desenvolvimento e concessão foi de 1 milhão de euros, apoiado em 40% pelo Quadro de Referência Estratégica Nacional – QREN. Segundo a empresa, “tendo já investido cerca de três milhões de euros no desenvolvimento de soluções de mobilidade eléctrica, a Salvador Caetano pretende reforçar a sua vantagem competitiva a nível mundial ao manter a vanguarda do design e de soluções de energias limpas neste segmento. 

Com a introdução da versão 100 por cento eléctrica do COBUS, a empresa cria deste modo as condições para se continuar a afirmar como líder mundial destacada nos autocarros para serviço de aeroporto”.

O e.Cobus tem cerca de 14 metros de comprimento e três de largura, possuindo uma autonomia entre os 60 e 70 quilómetros. Com um motor síncrono de imans permanentes, baterias com capacidade de 85 kWh ou 116 kWh (Li-FePo4) e uma velocidade máxima de 50 Km/h, o e.Cobus tem uma lotação máxima de 112 passageiros.

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Fonte: www.transportesemrevista.com 


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Ruas pavimentadas com plástico reciclado: O exemplo de Vancouver


Vancouver tem um objectivo claro: converter-se na cidade mais verde do mundo até 2020. Como meta, não é nada fácil e para a incentivar a população que supera os 600.000 habitantes - segundo censo realizado em 2011 – o Conselho da cidade elaborou um Plano de Acção para realizá-lo. Através de objectivos classificados em áreas, como “Acesso a Natureza”, “Zero Resíduos” e “Transporte Verde”, que tentarão mudar o entorno imediato das pessoas para que vejam os benefícios ambientais que se podem conseguir com medidas simples.
A última decisão que o Conselho impressionou a todos, porque não apenas foi anunciada agora em meados de Novembro, mas porque também já está sendo executada. Com a ajuda da empresa GreenMantra, diversas ruas da cidade estão sendo pavimentadas com plástico reciclado. Assim, as garrafas de água, embalagens de iogurte e sacolas plásticas não acabam em lixeiras, mas sim são trituradas e derretidas para serem misturadas com o asfalto tradicional. 

Se no processo comum de fabricação de asfalto são necessárias temperaturas elevadas (160 ºC) para fundir os materiais, no caso do plástico reciclado isso não é necessário porque é convertido em uma cera que se adere facilmente no asfalto em um ambiente mais frio, o que reduz em 20% o consumo de combustível durante a elaboração da mistura. Além disso, esse processo permitirá que os trabalhos não sejam suspendidos durante o inverno. 

Segundo Peter Judd, Engenheiro da Câmara, esta diminuição de combustível não apenas se traduz em ganhos económicos, mas também que evitará que se gerem 300 toneladas por ano de gases que contribuem para o efeito estufa. Durante a pavimentação com plástico, diminui a quantidade de vapores que são liberados na atmosfera para que se fixe o asfalto.

Dentro de alguns meses não será mais necessário limpar devidamente as ruas, porque a cera que se produz a partir do plástico evita o envelhecimento dos óleos presentes na mistura. Por agora, o plástico reutilizado é transportado desde a cidade de Ontário, mas as autoridades esperam que em breve se possa obter essa matéria prima da própria cidade de Vancouver.

Ainda que esse tipo de pavimentação tenha um custo cerca de três vezes maior que o comum, reflecte um esforço e compromisso por parte das autoridades em implementar políticas “verdes” que permitam catalogar a cidade em 2020 como a mais verde do mundo. Para envolver os cidadãos, seria óptimo implementar um plano de reciclagem que se removesse o plástico - e esperamos que outros materiais que podem ser reutilizados - da casa de cada família.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Soluções de telhado verdes para edifícios sustentáveis

Projetar edifícios sustentáveis é a melhor ferramenta do arquiteto para contribuir com a diminuição dos impactos causados ao meio ambiente e de reaproximar o homem da natureza. 
Projetos de edifícios sustentáveis devem prever a diminuição no consumo de águaarmazenamento inteligente desse recurso, com tecnologias de reutilização da água e equipamentos de redução do consumo, por exemplo, torneiras e chuveiros com sensores ou temporizadores.

No que diz respeito à eficiência energética, podemos destacar as soluções de coberturas. Os telhados verdes, consistem na aplicação de uma camada vegetal sobre uma base impermeabilizada com manta de PVC com proteção anti-raízes, que pode ser uma laje plana sem inclinação alguma ou um telhado convencional, de até 20% de inclinação. A superfície impermeabilizada receberá os módulos Ecotelhado, uma fina camada de substrato e a vegetação.

Telhados verdes são uma ótima solução termo acústica, atuando como isolanteevitando a transferência de calor, frio e ruído para o interior da edificação, desta forma, minimizam gastos energéticos com aquecimento e refrigeração.         
Na hora de projetar um telhado verde é importante atentar para que a estrutura esteja dimensionada para suportar cargas de 40 a 300 kg/m² e não se esquecer de considerar um meio drenante a ser instalado abaixo dos módulos com bocais para escoamento da água de chuva, conforme norma ABNT/ NBR 10844. A retenção da água de chuva varia de 30 a 160 litros por metro quadrado, dependendo do sistema a ser utilizado.
 Assista ao vídeo:
Outra opção interessante são os jardins verticais, que além do aumento da qualidade de vida gerado pelo contato com o verde, diminui a poluição do armelhorando a umidade atmosférica e colabora com o isolamento termo acústico. A cobertura vegetal em muros e paredes dissipa ou consome a energia gerada pelo calor do sol pela evapotranspiração e pela fotossíntese, reduzindo significativamente aamplitude térmica do interior do edifício. Os módulos de Jardim Vertical Canguru daEcotelhado® tem reserva de água, diminuindo a frequência de rega da vegetação.
eja mais sobre os Telhados Verdes e Jardins Verticais aqui.
Sistema Integrado de Reciclagem de Água Urbana além de ser ecologicamente sustentável, também é economicamente vantajoso. O investimento no sistema tem retorno em uma média de 2 a 3 anos devido a dois fatores: a economia de água potável em até 70% gerada pela reutilização da água; e a economia de energia em climatização de 40%, devido ao conforto térmico proporcionado pela utilização do Ecotelhado® e da Ecoparede®. Veja mais sobre esse sistema aqui.
Assista ao vídeo:
Há muitos outros parâmetros que devemos levar em conta, cada vez mais, desde os materiais, insumos e recursos escolhidos para construção e acabamentos, a organização do canteiro de obras, e até as técnicas construtivas.Para mais informações, clique aqui e veja o post que fizemos sobre a cartilha “Construções e Reformas Particular Sustentáveis”, lançada pelo Ministério do Meio Ambiente.
Ecotelhado®, é uma empresa brasileira que desde sua fundação, em 2005, desenvolve e fornece produtos e serviços criativos e sustentáveis, com o objetivo dediminuir os danos ambientais causados pelo crescimento populacional, pela falta de planejamento e poluição das grandes cidades.

Entre os principais produtos, estão: telhados verdes, jardins verticais, pavimentos permeáveis, cisternas subterrâneas e tratamento biológico de efluentes

Ecotelhado® conta com uma equipe de projetos de arquitetura sustentávelespecializada em adaptar a tecnologia desenvolvida pela empresa e empregá-la em novos projetos ou reformas de edificações já existentes. Ela também presta serviços para clientes finais e dá consultoria a outros arquitetos interessados na tecnologia.

Para saber mais, acesse: Ecotelhado,  e o catálogo de produtos Ecotelhado® emMaterials.
Texto copiado fonte: http://www.archdaily.com.br