segunda-feira, 30 de novembro de 2015

António Costa fora da tribuna da Cimeira do Clima. Desculpem envolver politica nestes assuntos.


A imprensa espanhola já apelida como o "ilusionista", também já verificamos outros nomes por Portugal como o "usurpador, ignorante, charlatão, incansável, etc..." mas o que realmente nos preocupa é que jogue com coisas tão serias como a cimeira do clima que esta neste momento a decorrer em Paris.

A sua falta de cultura geral já provocou gargalhadas internacionais dos mais diversos quadrantes políticos internacionais, os navegadores de Facebook, enxovalham o mesmo de piadas. Resumindo este senhor não esta preparado para falar em publico de coisas tão simples como a cimeira do clima.

Transcrevemos aqui o texto saído hoje no Diário de Noticias, e nos preocupa que jogue com o nosso futuro desta maneira e lamentamos não ter um primeiro ministro altura para nos representar fora de portas, pois dentro de portas ao que parece também não. Podia pelo menos mandatar o Deputado do PAN André Silva, temos a certeza que nos representaria muito melhor que o actual Primeiro Ministro.

"Executivo acusa o anterior Governo de não se ter inscrito a tempo. Fonte do Executivo de Passos diz que Costa não aceitou a ordem em que iria discursar."

"A TSF avança que o primeiro-ministro português não vai discursar na Cimeira das Nações Unidas, que arrancou esta manhã em Paris, na qual quase 150 líderes mundiais vão discutir medidas para lutar contra as alterações climáticas, tentando obter um acordo vinculativo para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa."

"De acordo com a rádio, o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, disse que António Costa não iria discursar na tribuna do evento porque o anterior Executivo não fez a inscrição atempadamente."

"No entanto, fonte do governo de Pedro Passos Coelho garantiu que a inscrição foi feita, ressalvando que nessa altura ainda não se saberia qual seria o primeiro-ministro de Portugal - Passos ou Costa - e, assim, qual iria marcar presença no evento. Essa fonte terá garantido à TSF que a organização da cimeira foi compreensiva relativamente à situação e que, mal o novo governo tomou posse foi feita a inscrição com o nome do primeiro-ministro. Só que, segundo avança a rádio, o líder do PS declinou a presença na tribuna dos discursos por ser um dos últimos a discursar."

É lamentável este cenário e estas intrigas que este senhor causa, muito nos entristece, que tenha comportamentos de criança, em situações de tão elevada preocupação como é o clima.

Pedimos que chegue a ele este recado:

Sr. Primeiro Ministro António Costa, usurpaste o poder, fizeste pactos com o diabo para chegares onde chegaste, admitimos que és um lutador, agora comporta-te como tal, assume posição de um líder e defende os interesses de Portugal e do nosso laneta, uma cimeira do Clima não acontece todos os dias nem todos os anos e deixaste escapar esta oportunidade, se não te sentes capaz, demite-te já, não brinques com o nosso futuro.





quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Conheça o primeiro frigorífico que funciona sem electricidade...


Esta invenção revolucionaria é alvo de muita cobiça por muitos países onde a electricidade não chega a todos. Um grupo de estudantes da Universidade de Calgary projecta um frigorífico capaz de trabalhar sem energia. Definitivamente, uma óptima opção se vocês considerarem que, pelo menos, mil milhões de pessoas no mundo não tem electricidade.

O mecanismo tem um acesso de ar com base no comportamento de corais marinhos. No total o chamado “Windchil” é composto por três partes principais. O primeiro envolve um tubo que recolhe o ar quente durante o dia. O ar passa então através do segundo dos três componentes, um tipo de câmara de evaporação que tem um tubo de água.

O calor no tubo faz com que o líquido se evapore e permitindo que o ar fresco fique num terço da parte do frigorífico, onde o ar frio se mantém. O dispositivo tem gerado muito interesse no mundo, mas os seus criadores afirmam que o protótipo pode ainda ser melhorado.


Aproximadamente um quarto dos alimentos produzidos no mundo acabam por parar no lixo. Na África, 70% da população rural não tem acesso há electricidade. Acreditamos que “Windchil” poderia realmente ajudar as pessoas que vivem nessas áreas remotas de África, concluem. 




segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Soldado Milhões. O português que enganou os alemães na I Guerra Mundial

Na I Guerra Mundial, um soldado português de origens humildes alcançou a fama. Na Batalha de La Lys, em Abril de 1918, a valentia e astúcia de Aníbal Augusto Milhais salvou dezenas de companheiros. Recebeu a mais alta condecoração militar nacional e ficou famoso o elogio do comandante: "Tu és Milhães, mas vales milhões". Quando regressou, tornou-se o símbolo perfeito para a propaganda de dois regimes, mas nunca deixou de teve de ter de lutar pela sobrevivência.

A história é contada na primeira pessoa.
"Eu já sabia de uns abrigos, em baixo, em Huit Maisons, e aí foi onde eu fui recolher. Foi onde eu então estive a dar fogo no dia 9 de Abril [de 1918]. Entrei para o abrigo, não vi ninguém. Só via fogo em roda de mim..."
Quem a conta é Aníbal Augusto Milhais. Em 1967, contou para uma velha máquina de bobinas a história da guerra em que participou e que fez dele um herói. Fê-lo a pedido e por insistência da filha Leonida Milhões.
A voz de Aníbal apresenta-se trémula, acusa já algum cansaço. A história é contada pausadamente.
"Mais tarde começaram então eles a avançar. Aí é que eu conheci que eram alemães. Foi então que eu lhes abri fogo. Medi-os à cinta e pronto. Essa invasão caiu toda. Passado uma hora ou isso, veio outra igual. Fiz-lhe fogo antes de chegar ao mesmo sítio dos outros. Mas mais tarde veio outra… - Cortei-a também. Foi aí que eu já não vi e não tornei mais a ver alemães".
Assim relatava Augusto Milhais, em 23 de Novembro de 1967, o feito que o tornou herói nacional. A gravação permanece na família. 
É guardada como se de um tesouro se tratasse.
As origens
Aníbal Augusto Milhais nasceu em 1895, numa família pobre. Era o mais novo de três irmãos que ficaram órfãos bastante cedo e foram acolhidos por parentes mais próximos.
Ainda criança começou a trabalhar a troco de alimentação e de um abrigo, em casa das pessoas mais remediadas de Valongo, aldeia no concelho de Murça (desde 1924, Valongo de Milhais, em sua homenagem).
Nunca foi à escola. Começou a vida como "moço de recados", depois guardou rebanhos e bois e fazia "todo o tipo de trabalho agrícola", conta o neto, Eduardo Milhões Pinheiro, à Renascença. Os irmãos, João e Maria Rosa, emigraram cedo para o Brasil. 
Aníbal permaneceu na aldeia a trabalhar como jornaleiro.
Em 1915 é apurado para a tropa. No ano seguinte, a 13 de Maio, assenta praça no Regimento de Infantaria (RI) nº 30, de Bragança. 
Segundo o neto, esta teria sido "a primeira vez que saiu da sua terra e do seu concelho".
No mês seguinte é transferido para o RI 19, de Chaves. Meses depois, parte para a guerra. Especialidade: "atirador especial".
A milhares de kms de casa
Já em França, Aníbal Milhais especializa-se em metralhadoras Lewis e é integrado no BI 15, de Tomar, como nº 1 de uma das guarnições de metralhadoras ligeiras.
Eduardo Milhões Pinheiro duvida que o avô (bem como a maior parte dos seus camaradas) "soubessem quais as razões e por quê é que estavam a combater".
"O meu avô vê-se envolvido, a milhares de quilómetros de casa, numa batalha em que apenas lhe foi dito: ‘tens que defender a tua pátria e para isso tens que combater contra os alemães’".
Rezam as crónicas que, a 9 de Abril, uma força portuguesa se viu atacada pelos alemães. A força chegou a ser destroçada, a situação era "a pior possível". Muitos portugueses foram mortos e os sobreviventes obrigados a retirar.
Como enganar alemães
Segundo Eduardo Milhões Pinheiro, o seu avô, "de forma voluntária, disponibilizou-se para ficar e cobrir a retirada de todos os seus companheiros".
"Ficou com a sua metralhadora no posto dele e foi criando a ilusão, nas tropas alemãs, que a posição estava a ser guardada por várias unidades do seu batalhão, porque ele fazia fogo de vários pontos distintos".
"Assim conseguiu empatar a ofensiva alemã durante tempo suficiente que permitiu a todos os seus companheiros recuar para linhas mais resguardadas, em segurança, sendo que a maior parte deles terá conseguido sobreviver", conta Eduardo Pinheiro.
Milhais, esse, continuou sozinho, a vaguear pelos campos. Tinha apenas "amêndoas doces" para comer.
Quatro dias depois da batalha, terá encontrado "um médico escocês a quem salvou de morrer afogado num pântano. Esse mesmo médico terá dado conta ao exército aliado dos feitos" do soldado transmontano.
"Vales milhões"E foi assim, em plena I Guerra Mundial que o soldado português alcançou a fama, na Batalha de La Lys, em Abril de 1918.
A bravura do franzino e pequeno Aníbal, com pouco mais de um metro e meio de altura, valeu-lhe a Torre e Espada – a mais alta condecoração militar portuguesa - entre outras distinções.
O epíteto "Milhões" nasceu com um elogio do seu comandante, Ferreira do Amaral: "Tu és Milhais, mas vales milhões".
"Ele terá sido condecorado pelo que fez, mas também de forma simbólica como reconhecimento a todos os soldados que combateram, e sobretudo àqueles que tombaram na I Guerra Mundial", acredita Eduardo Pinheiro.
O regresso à terra
Em 1919, Aníbal regressa a Valongo, em Murça, compra uma parcela de terra que cultiva, casa e tem filhos. Vive com dificuldades e luta pela sobrevivência, dedicando-se aos trabalhos agrícolas.
António Milhões, 81 anos, filho do soldado Milhões, lembra-se bem dos primeiros tempos de criança, tempos difíceis e de muito sacrifício.
"Eram tempos muito duros. O meu pai trabalhou muito no campo, para criar os filhos", conta António, revelando que a família viveu períodos de "fome", tempos em que "uma sardinha era dividida por três".
Orgulhoso do pai, António recorda-se dele com "um homem simples, bem-disposto e muito trabalhador". Lembra-se bem que o pai, a quem acompanhava nas tarefas do campo, começou por ganhar a vida com "bois ao ganho": alimentava, tratava e utilizava os animais que outra pessoa com mais dinheiro comprara; quando eram revendidos, dividia-se o lucro.
"Era um mestre nas enxertias e na matança dos porcos e praticamente todas as pessoas da aldeia o chamavam, quando era necessário realizar esses trabalhos".
O resgate do herói
Parecia ter terminado e votada ao esquecimento a história de Milhões. Mas o jornal "Diário de Lisboa", em 1924, decidiu resgatar o herói, transformando-o numa espécie de símbolo nacional.
O soldado Milhões passa a ser usado pela propaganda dos poderes da I República e, depois, do Estado Novo.
Frequentemente é convocado para ser mostrado em cerimónias do regime, sempre que era preciso enaltecer a nação e exaltar os valores da "raça".
"Acabava por ser um herói muito conveniente aos desígnios propagandísticos porque a ordem da Torre e Espada normalmente estava reservada para as altas patentes militares", diz Eduardo Pinheiro.
O seu avô era "um soldado raso, iletrado, um homem do povo com quem facilmente o povo se identificava e que colava muito bem para efeitos propagandísticos".
Mas, desse "aproveitamento", o soldado Milhões "não terá tido consciência", sublinha o neto. "Comparecia fardado e com as medalhas ao peito, porque a isso era obrigado".
A vergonha de um herói emigrante
Do percurso de vida do soldado-herói há ainda a registar uma incursão pelo Brasil, em 1928.
Milhões teria trabalho assegurado numa fábrica do Rio de Janeiro, mas os compatriotas de Murça não aceitaram a vergonha de um herói emigrante.
"Fizeram uma colecta de forma a pagarem-lhe a viagem de regresso, dizendo-lhe que um herói da pátria não deve estar emigrado e, muito menos, fazer os trabalhos que lhe aparecessem. Deveria estar no seu país, como símbolo, como reserva de um conjunto de valores ", conta Eduardo.
Não falar da guerra
De regresso à terra, o soldado Milhões retoma a actividade agrícola para sustentar os filhos. Teve dez, mas só oito chegaram à idade adulta. Dificilmente falava da guerra e sempre que o fazia era porque lhe pediam. Nunca deu grandes pormenores.
Mariana Rosa, 74 anos, conviveu de perto com o sogro, mas poucas vezes o ouviu falar da guerra. "Ele dizia que aquele tempo foi um tempo de tristeza e que só pedia a Nossa Senhora do Vale de Veigas que o deixasse regressar à terra."
Eduardo Pinheiro realça que o avô até "mudava de conversa" quando alguém lhe puxava pelo assunto da guerra, mas refere que "ele falava muito de um seu companheiro", do qual só conhecemos a alcunha de ‘Malha-vacas’ que ele viu morrer ao seu lado ("despedaçado por um morteiro", no dia 9 de Abril).
"Essas marcas ficam para sempre e explicarão a resistência do meu avô em falar da guerra", conclui o neto.
O reconhecimento material da nação resumiu-se a uma pensão que se manteve nos 15 escudos por mês, pelo menos até o seu quinto filho ir à inspecção militar, no início dos anos 50.
Quando morreu, a 3 de Junho de 1970, aos 75 anos, as suas medalhas conquistadas no campo da glória valiam-lhe pouco mais de mil escudos mensais.
Fonte: Renascença 


domingo, 22 de novembro de 2015

80% das pessoas que viram este video, desligaram o telemóvel pelo resto do dia todo...


Na Inglaterra, pesquisadores realizaram uma experiência na qual um vídeo foi apresentado para um grupo de pessoas aleatórias de uma universidade.
O intuito era descobrir qual efeito de essa apresentação teria nas suas vidas. O resultado foi surpreendente: 80% delas simplesmente desligaram o telemóvel após assistirem ao vídeo, este que nós reproduzimos logo abaixo.

Partilha com os teus amigos, não deixes de viver a vida tal e qual a que vivesses tu quando eras mais jovem.
Não deixes que os teus filhos se transformem em dependentes das novas tecnologias.
Luta por um mundo melhor, as novas tecnologias são boas, quando sabemos utilizar-las nos momentos de necessidade, não a toda hora e em todos os lugares. 
Convida um amigo (a) para jantar deixa o teu telemóvel em casa, no fim vais ver o quão é gratificante, estar com o teu amigo (a) a dialogar e a divertir-te.
Te deixamos aqui uma solução para convidares os teus amigos a comer uma comida saudável, gratificante e um espaço único.
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sábado, 14 de novembro de 2015

O mundo corre a uma velocidade vertiginosa.


Para muitos é apenas seu mundo, sua casa e vizinhança que os rodeia, para outros como eu que gosta de estar informado o mundo parece estar acabar em velocidade cruzeiro.

Mas vejamos poderei eu estar enganado e o mundo sempre foi assim, o que veio alterar este mundo é a velocidade com que recebemos as notícias, isso graças a internet que tem essa capacidade de por todo mundo com todo mundo, em direto.

Temos registos que começaram a ser tomados a mais de um seculo, mas temos outros que muito antes, há vários seculos. Obvio que sempre houveram desgraças por esse mundo fora, mas não as recebíamos com a velocidade que recebemos hoje, e quer queiramos quer não isso esta a fazer com que a nossa sociedade mude, a mesma também se esta a transformar a velocidades nunca antes vistas.

Reparem: abrimos por exemplo nossa página de Facebook, Instagram, Twitter ou outras tantas que existem e verificamos o seguinte (pelo menos eu). Pessoas comuns que procuram um lugar no estrelato, muitas delas fazendo o ridículo, expondo-se de forma vulgar e sem princípios, parece que ter gostos é tudo nesta vida isso alimenta o nosso ego e vivemos sós, deprimidos, num perfil que a maior parte das vezes é um mundo só nosso, ridículo que tentamos que as outras pessoas acreditem que na nossa vida, tudo é perfeito.

Reparem por exemplo a exposição das mulheres, que ao que parece só falta quererem aparecer nuas de forma a despertar a curiosidade masculina, que também se baseia por essas fotos e nada acrescenta de valor a uma sociedade doente, deprimida e muitas vezes solitária.

Estamos todos a perder princípios de valor, por exemplo educação, se nota que quase todos os utilizadores das redes sociais perderam por completo o que é respeito, aceitação etc… a maior parte das vezes verificamos que se insultam sem se conhecer, trocam opiniões pedindo respeito e não respeitam as dos outros e tem um vocabulário arcaico e ofensivo, penso que se as regras por exemplo do Facebook fossem bem aplicadas a maior parte do cidadão não deveria ter aceitação no Facebook, deviam sim ser banidos e proibidos de chegar perto de um computador, já que não sabem trabalhar nele. Muita gente pensa que ter um curso de navegação, já lhes permite ser grandes utilizadores da Internet, mas na realidade, muitos teriam que primeiro tirar um curso de educação, princípios e valor.

As notícias nessas ditas redes sociais, correm a uma velocidade que eu diria quase supersónica, verificamos os jornais escreverem não importa o que para adquirir seguidores, se verificarmos o que esses jornais fazem é incentivar odio, violência, debate sem formação, sem regra, sem mediador. Com as notícias por exemplo de opinião é algo de autêntico descalabre informativo, pois esses artículos de opinião em meu ver deviam de ser proibidos e basta vermos os comentários que se seguem a esse mesmo artículo de opinião, as pessoas começam um debate de odio, ofensas verbais e até já vi muitos casos de ameaça, hora uma das regras das redes sociais é não incentivo ao odio, se essa regra fosse realmente aplicada, creio que as redes sociais deixariam de ter clientes, a maioria das pessoas teriam que ser eliminadas, mas talvez assim aprendessem a comportar-se e não é por estar em um teclado que podem dizer o que lês apetece, pois quando é cara a cara as pessoas tem receio e o mesmo devia se passar nas distas redes sociais.

Outro disparate em meu ver é as correntes de solidariedade que se formam nas redes sociais, não por pensar que não deva existir essa solidariedade ela deve existir e isso demonstra que ainda não esta tudo perdido, agora fazer disso estrelato, enaltecer seu ego, querer aparecer, não posso chamar a isso solidariedade e isso acontece constantemente, mesmo com pessoas famosas, que fazem as boas ações para terem mais seguidores e para ganhar mais dinheiro, nada se faz de graça neste mundo e em minha opinião quando queremos fazer algo como ajudar alguém, não precisamos apregoar aos quatro ventos que ajudamos alguém ou tivemos um bom gesto com este ou aquela pessoa.   

Eu escrevo isto e sei que muitas vezes também já cometi os mesmos erros e posso dizer que me envergonho de todos, pois não sou melhor que ninguém, mas exponho meu pensamento, estando eu a escrever este artigo deparo-me o quanto eu vivo só, dou por mim a falar para um computador sem saber se alguém vai ler o que escrevi.

Obvio que pelo menos desabafo e digo o que penso, não querendo eu dizer que o que penso é que esta correto, é apenas uma opinião sincera de quem esta aborrecido com o mundo atual em que vivemos.

Vemos por exemplo uma noticia numa rede social de um famoso, que fez o ridículo ou alguém que matou alguém, ou o cão que foi mal tratado etc… e vemos os utilizadores dando gostos, partilhando como loucos, escrevendo “vejam isto”, como se tivessem a partilhar algo que aconteceu na casa deles, esquecem que todos temos o mesmo acesso que eles e também já vimos e gostamos e partilhamos, somos todos ridículos. Mas o mais preocupante é a forma como ignoramos o que realmente esta acontecer diante dos nossos olhos e isso simplesmente não gostamos, não partilhamos pelo menos em tão grande quantidade como as outras notícias, e isto porque procuramos realmente um estrelato imaginário e sabemos que os nossos supostos amigos nessas redes sociais vão dar gostos sem fim, vão comentar e vamos aparecer, são os chamados momentos de fama.

Se fossemos um pouco mais preocupados com o que realmente esta acontecer, verificávamos que o mundo se encontra doente, gritando por socorro, ajuda e simplesmente ignoramos, achamos muitas das vezes que isso não nos afeta a nos e se afetar vai ser aos nossos filhos ou netos, mas que raio de sociedade é este que só vive o presente e esqueceu o futuro, futuro esse que é dos seus entes queridos.
Todos os dias vemos notícias de aquecimento global e o que nos espera no futuro, nessas notícias, não vemos a mesma aptidão a mesma fome de partilha ou de debate, inclusive quase não vemos interesse, mas quando os desastres acontecem ficamos preocupados.

Amigos tentem dar valor ao que realmente tem valor, deixem o resto para os vazios que nada veem para além de alguns minutos de estrelato, preocupem-se com as coisas que realmente tem interesse, todos juntos podemos ainda reverter esta situação e com isso salvar esta sociedade doentia e o nosso planeta que apela a nossa civilização.

Recordo que apenas é uma opinião e na vida não há verdades absolutas, apenas pontos de vista diferentes.

Artigo de opinião por: Luís Barbosa.               

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Quando o nível do mar subir, estas cidades vão ficar assim!!!!


Nova Iorque, Xangai, Londres e Sidney estão entre as metrópoles em risco de ficar submersas

Um novo estudo do instituto Climate Central indica que com um aumento de apenas 2.º na temperatura média global, várias grandes metrópoles como Xangai, Bombaim, Londres e Nova Iorque correm o risco de desaparecer.

O estudo divulgado no domingo à noite, a algumas semanas da conferência sobre o clima COP 21, indica que o nível da água do mar continuará a subir para cobrir territórios onde vivem actualmente 280 milhões de pessoas. Com mais 4ºC, o fenómeno afretará mais de 600 milhões de habitantes e nem as grandes metrópoles como Nova Iorque, Sidney e Rio de Janeiro vão resistir.

relatório do Climate Central, que se baseia nas projecções de subida do nível médio das águas do mar publicadas por esse instituto na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences no mês passado, foi acompanhado por imagens alteradas, criadas pelo artista gráfico Nickolay Lamm. Para as criar, as projecções de subida das águas foram aplicadas a mapas topográficos de algumas das maiores metrópoles mundiais.

Durban, na África do Sul, é o exemplo perfeito de como uma inteira cidade pode desaparecer sob as águas com o aquecimento global. A imagem abaixo mostra o que podemos esperar da cidade quando o planeta for 2º ou 4º mais quente.


Londres, a cosmopolita capital do Reino Unido terá graves problemas com qualquer tipo de subida de temperatura. Tanto com mais 2º C como com mais 4ºC, a cidade tornar-se-á uma nova versão de Veneza, com grandes canais de água a correr por entre os prédios e os barcos quase como única forma de circulação.

Nova Iorque, por outro lado, ainda será habitável com uma subida de de 2ºC, mas se a temperatura aumentar para o dobro, a cidade vai tornar-se inóspita para a circulação e talvez sobrevivência.

No Rio de Janeiro, cidade com mais de 6 milhões de habitantes, o nível da água chegará à altura dos carros se o planeta aumentar 4ºC. Com mais 2ºC, não haverá grandes alterações a registar.

Em termos de população, a China, país mais populoso do mundo, será a mais afectada: com 4ºC, a subida das águas afectará um território onde vivem actualmente 145 milhões de pessoas, de acordo com este estudo que não avalia a evolução demográfica, nem a construção de infraestruturas, como diques.

Em Xangai, a cidade mais populosa do país, com um aumento global de 2ºC ainda existirão áreas verdes e estradas, mas os acessos e a circulação dentro da cidade serão gravemente afectados. Com mais, 4ºC apenas os grandes arranha-céus estarão acima do nível da água.


Bombaim, cidade mais populosa da Índia, será parcialmente submersa pelo Oceano Índico caso a temperatura suba 2 ou 4ºC. Mais uma vez apenas os pontos alto da cidade resistirão.


Na Austrália, na cidade de Sidney, a água ocupará lugares reservados às pessoas quando o aquecimento for irreversível. Com mais 2ºC a cidade ainda conseguirá manter as principais condições de sobrevivência.


Ben Strauss, um dos autores do estudo, destacou o perigo que as grandes cidades correm mesmo com as previsões mais optimistas. Mas as medidas tomadas para reduzir rápida e drasticamente as emissões de gases com efeito de estufa, que alteram o clima e persistem na atmosfera durante centenas de anos, podem fazer a diferença: "Ainda temos perante nós um vasto leque de escolhas", acrescentou o investigador.

Ao mesmo tempo, o estudo da Climate Central admite que essa diferença poderá não ser o suficiente para evitar o aquecimento do globo, mas apenas para retardá-lo.

Com apenas mais 2ºC, o mar ganha 4,7 metros. Com uma subida da temperatura máxima de 1,5ºC, objectivo exigido pelas nações mais vulneráveis como os pequenos Estados insulares, as águas ficarão pelos 2,9 metros e a população afectada rondará os 137 milhões de pessoas. Já a este ponto, a alteração permanente de paisagens de cidades costeiras será inevitável.

Se as emissões de gases com efeito de estufa continuarem a sua progressão como têm feito até agora, levando a um aquecimento de 4ºC, o nível das águas subirá, em média, 8,9 metros, avança o estudo. Algumas cidades não vão resistir de todo à mudança.

Outros países serão particularmente afectados: Bangladesh, Vietname, Indonésia, Japão, Filipinas, Egito, Tailândia, Birmânia e Holanda. Entre as principais cidades contam-se Hong Kong, Calcutá, Dacca, Jacarta, Hanói, Buenos Aires ou Tóquio.

Steven Nerem, da universidade do Colorado (EUA), considerou após uma análise à metodologia do estudo existirem "alguns erros em locais", mas considerou ser "o melhor que se pode fazer com os dados públicos disponíveis". Jean-Pascal van Ypersele, do grupo internacional de peritos sobre o clima (GIEC), afirmou tratar-se de "um estudo sólido".

A temperatura planetária subiu, desde a Revolução Industrial, 0,8ºC, um ritmo inédito gerado pelos gases emitidos pelos combustíveis fósseis. A comunidade internacional fixou o objectivo de manter a temperatura abaixo dos 2ºC e deve reunir-se a 30 de Novembro, em Paris, para tentar concluir um acordo universal que permita alcançar esse valor.

Fonte: Diário de Noticias 

É importante que compartilhes com os teus amigos, é necessário que todos estejamos alertados com o que nos espera.




segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A importância das árvores e o que tem elas a dizer em relação as alterações climáticas.



Com uma motosserra, o botânico Gregório Ceccantini, professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), corta o tronco de uma peroba-rosa morta e observa o disco de madeira que obtém. Além desses discos, ele e sua equipa também retiram amostras dos troncos de diversas espécies de árvores tropicais vivas.
“Pegamos as árvores vivas, contamos os anéis ano a ano, depois aplicamos a matemática para conseguir identificar qual é o ano do calendário correto. Uma vez que obtemos o ano do calendário e a sequência de padrões de anéis, emendamos aqueles anos (das árvores vivas) com os anos das árvores mortas. E assim podemos chegar a 200, 300 anos atrás”, explica Ceccantini.
Os pesquisadores acreditam que as informações sobre o clima, como aspectos relacionados à atmosfera e à composição da chuva, estão registadas nas árvores. Essa metodologia visa recuperar essas informações para tentar compreender tanto a velocidade quanto a intensidade das mudanças ambientais nas nossas florestas ao longo dos últimos séculos.
Assista a este video e compreenda melhor as mudanças climáticas nas florestas.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Os lideres mundiais e a mudança seja feita... O planeta agradece


Em 30 dias, 13 horas, 54 minutos e 35 segundos, líderes, especialistas e defensores se reunirão em Paris com todas as nações do mundo.

Se reúnem para finalizar um novo acordo climático global.
Esta é uma oportunidade extraordinária para a comunidade internacional enfrentar a ameaça da mudança climática.

Os negociadores precisam de um apoio forte e visível para ver as resoluções que todo mundo espera ver. Vamos certificar-nos que ouvem a nossa voz. Paris ... você está ouvindo?

Partilha esta mensagem, faz com que o grito chegue a todos os lideres mundiais e a mudança seja feita. Necessitamos de todo o apoio e o planeta agradece.

Da a cara por esta causa garante o futuro dos teus filhos...

Fonte: #EarthToParis

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Deserto mais seco do mundo está coberto de flores








A chuva que caiu em abundância no inverno, no deserto do Atacama, no Chile, e que até cheias provocou, criou condições para se vislumbrar este "quadro". Milhares de flores cresceram na areia e pintaram o deserto de violeta.


No Parque Llanos de Challe, nas portas do deserto de Atacama, a 600 km de Santiago do Chile, vêem-se flores por todo o lado, na areia, junto aos catos, penduradas na rocha.
São flores de malva e, acreditam os especialistas, o El Niño é o grande responsável. Trouxe chuvas no mês de Março, e criou o ambiente que tornou possível este espectáculo de cor.
Num mês choveu cinco vezes mais do que costuma chover num ano.
De tal forma que provocou cheias no Copiapo, um rio que está quase sempre seco. O fenómeno atrai turistas e a curiosidade de muitos. Afinal não é todos os dias que nascem flores no deserto.
Surpreendido? 
Não deixe que o homem acabe com o que de mais belo temos no nosso planeta, a natureza...
Cuide e ajude a cuidar, lembre-se de palavras como o presidente dos Estados Unidos da América Barack Obama "não existe plano B o planeta é so um".

Os 7 países mais “sujos” do mundo

A cada dia que passa, os sinais de catástrofes dados pela natureza aumentam mais e mais a preocupação da humanidade acerca do meio-ambiente e sua preservação. Essa crescente consciencialização tem originado pesquisas e estudos em todo o mundo, com o objectivo de achar soluções e fórmulas para conter a deterioração do nosso habitat.
Uma dessas pesquisas, feita por um grupo de cientistas norte-americanos pertencentes às universidades de Yale e Colômbia, quantificou e qualificou os países mais sujos e poluídos do planeta. Os itens analisados foram poluição, saúde ambiental, recursos hídricos e biodiversidade.
A partir disso, países como a Islândia, Suíça e Costa Rica obtiveram óptimos resultados na pesquisa, sendo considerados “extremamente limpos e não-poluídos”, já outros foram totalmente o oposto. Conheça agora os 7 países mais “sujos” do mundo.
Em uma escala de 0,0 a 100:

7. Turcomenistão

Situado na Ásia Central, o Turcomenistão ficou com o sétimo lugar com a nota 38,4, numa escala de limpeza onde o máximo é 100.

6. Níger
Este país da África Ocidental, Níger, ficou em sexto lugar com 37,6 pontos.

5. Togo
O Togo (ou República Togolesa) é um país do continente africano e ficou em quinto lugar com 36,4 de pontuação na pesquisa.

4. Angola
 Angola ficou em quarto lugar com 36,3 na escala de ‘limpeza’.

3. Mauritânia
Localizada no noroeste da África, a Mauritânia ficou em terceiro lugar na escala com 33,7.

2. República Centro-Africana

Situada no “coração” da África, a República Centro-Africana ficou com o segundo lugar do mais poluídos com 33,3 na escala.

1. Serra Leoa

E em primeiro lugar, esta a Serra Leoa, esse país do continente africano, foi considerada o país mais carente de saneamento, recursos hídricos, biodiversidade e limpeza urbana. Sua pontuação na escala de 0,0 a 100 foi 32,1.
Partilha, comenta, divulga...


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Energia solar pode ser revolucionada por essa esfera de vidro

A energia solar representa um futuro melhor para a humanidade. A energia limpa, não só pretende poupar nosso planeta do desgaste da produção de outras formas de energia, como também vai diminuir seu custo e seu acesso.
O arquitecto alemão André Broessel, da companhia Rawlemon, viu o futuro da energia renovável em sua bola de cristal. No caso, um globo que rastreia a luz do sol e gera energia solar – basicamente uma bola gigante em uma estrutura robótica de aço. Mas isso não é nenhum brinquedo. A estrutura concentra tanto a luz do sol quanto a da lua, em até 10.000 vezes – tornando as suas capacidades de captação 35% mais eficientes do que os projectos fotovoltaicos de eixo duplo convencionais.

Como essa esfera vai revolucionar a energia solar?

André Broessel foi finalista no Prêmio World Technology Network 2013 com esse projecto, também produziu uma versão mais recente, chamada “Betaray”, que pode concentrar a luz difusa, como a que está presente em um dia nublado.

Este sistema é 35% mais eficiente do que os painéis solares actuais e é capaz de funcionar nos dias nublados. A seguir você pode ver o vídeo e entender um pouco mais sobre como funciona. [The Mind Unleashed]
Fonte: Hype Science

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Um plano nacional de alimentação poderia salvar milhares de vidas!


A forma como produzimos e nos alimentamos tem um impacto na qualidade de vida de todos nós, maior do que qualquer outra actividade humana. A produção de alimentos tem consequências na saúde, no ambiente, na segurança social, na economia. 



Contudo, não existe uma política nacional de alimentação que considere a produção e o consumo como um todo. O sistema e os comportamentos alimentares estão a causar prejuízos incalculáveis à saúde da população, aos solos, à água e ao ar.

Se uma potência estrangeira perpetrasse tais actos, seria considerada uma ameaça à segurança nacional, ou até um acto de guerra e o governo formularia um compreensível plano e uniria recursos para combate-la...mas sendo realizado por nós próprios, tudo é admissível e até subsidiado?

Quando é possível prevenir centenas de milhares de mortes e doenças crónicas resultantes de maus hábitos alimentares e modos de produção agrícola destrutivos, esta não deveria ser uma prioridade nacional?

Um plano integrado de alimentação deveria garantir, que todos, sem excepção, tivessem acesso a uma alimentação saudável; as políticas de produção deveriam garantir a saúde pública e a protecção do ambiente; os alimentos seriam livres de microorganismos patogénicos, químicos e medicamentos; a produção e comercialização de alimentos seria realizada de forma transparente; a indústria alimentar asseguraria boas condições de trabalho e ordenados justos às pessoas que emprega; o marketing alimentar asseguraria comportamentos alimentares saudáveis, motivando as crianças a comerem alimentos verdadeiros; seria efectivamente assegurado o bem estar animal; a pegada ecológica da produção alimentar seria reduzida e o sequestro do carbono nas explorações aumentaria e finalmente o sistema alimentar teria de ser resiliente ao ponto de minimizar os efeitos das alterações climáticas;

Devido ao consumo de alimentos pouco saudáveis, retrocedeu-se 100 anos no estado da saúde e qualidade de vida das populações, sendo que actualmente as crianças têm uma esperança de vida menor do que a dos seus pais.

Encontramo-nos nesta situação porque áreas como a segurança alimentar, a produção agrícola, a saúde, a comunicação, a segurança no trabalho, a qualidade do ar e da água, os subsídios à produção condicionam ou são condicionados pelo sistema alimentar, mas são tuteladas por serviços diferentes, com políticas próprias que nada têm a ver com interesse público.

Se por um lado, a saúde recomenda uma alimentação diversificada, a agricultura incentiva a monocultura, se o objectivo é diminuir as taxas de cancro, como pode a politica agrícola continuar a estimular um modo de produção baseado na aplicação de produtos químicos, eles próprios cancerígenos? Se a solução é comer local, porque que é que se continua a dificultar a vida aos pequenos produtores e a incentivar a economia de escala, privilegiando a produtividade em vez da qualidade? Continuar-se-ia a promover o consumo de carnes brancas, em prol da saúde, sabendo a forma como as aves são criadas e alimentadas? É coerente incentivar a ingestão de alimentos saudáveis e continuar a cortar nos ordenados dos trabalhadores?

OrganicA - Associação de Promoção de Agricultura Biológica da Madeira
Baseado em “How a national food policy could save millions of American lives” in Washington Post 7/11/2014
Fonte: Blogue organicamadeira.weebly

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Cidades produzem até 10 bilIões de toneladas de lixo por ano

As zonas urbanas produzem, por ano, entre sete e 10 biliões de toneladas de lixo, segundo um levantamento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) divulgado nesta semana.
Além disso, 3 biliões de habitantes do planeta não têm acesso a locais apropriados para descartar esse material. O Pnuma afirma que a situação já é um problema económico, ambiental e de saúde pública. O estudo foi feito em parceria com a Associação Internacional dos Resíduos Sólidos.
O crescimento da população, a urbanização e o aumento do consumo estão por trás de tanto desperdício. A agência da ONU prevê que até 2030 o volume de resíduos desperdiçados poderá dobrar em cidades da África e da Ásia.
O director-executivo do Pnuma falou sobre a urgência de uma resposta a esse "problema mundial", porque a falta de acção está custando aos países de cinco a 10 vezes mais do que custariam os investimentos adequados no manejo do lixo.
Achim Steiner lembrou que as nações precisam aplicar o princípio dos "3 Rs": "reduzir, reutilizar e reciclar". Uma mudança de atitude pode gerar "reduções drásticas na emissão de gases, criar milhões de empregos e gerar benefícios económicos de biliões de dólares", afirmou o chefe do Pnuma.
Mudança de padrão
O relatório oferece exemplos de soluções, como melhorias nos sistemas de busca e descarte de lixo; acções de prevenção do desperdício; e aumentar a reutilização e a reciclagem de produtos.
O Pnuma também defende uma mudança no padrão de consumo, actualmente baseado no "pegue, faça, use, descarte", para o princípio do "reduza, reutilize, recicle".
Fonte: ONU

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Este lago está tão poluído que às vezes pega fogo

                                  O lago está coberto de uma espuma branca com um cheiro forte. 

As imagens fazem lembrar uma banheira gigante coberta de espuma, mas são de um lago na Índia que está tão poluído que às vezes pega fogo. O lago Bellandur é o maior de Bangalore e a espuma é o resultado da combinação de amónia e fosfatos num ambiente com muito pouco oxigénio.
Os químicos foram despejados para o lago sem qualquer tratamento durante décadas, resultado do crescimento descontrolado da cidade de Bangalore, a terceira maior da Índia. A espuma que se forma pode misturar-se com óleos, gordura e detergentes inflamáveis, o que pode fazer com que pegue fogo, como já aconteceu em várias ocasiões. Quando chove, a água do rio pode subir e inundar as estradas próximas do lago de Bellandur, que tem 36 quilómetros de extensão, e cobrir carros e bicicletas. O cheiro da espuma química também é muito forte e causa dores nos olhos das pessoas que vivem perto.
O problema já dura há anos mas, apesar da preocupação das pessoas, não tem uma solução fácil. "Precisamos de mudar de rumo, mas é como tentar dar a volta ao Titanic", contou ao jornal norte-americano LATimes o ambientalista Nagesh Aras, que se queixou da dificuldade em fazer-se ouvir junto do poder local. "Há um iceberg no nosso caminho, mas o capitão ainda nem o viu. E é essa a tragédia destes fogos. Estamos a tentar explicar que são só a ponta do iceberg".

Fonte: Diário de Noticias